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Sexta Julho 21, 2017

Levante Popular da Juventude: Jair Bolsonaro pode responder por crimes contra a humanidade

No dia 24 de abril de 2016, um grupo de militantes do Levante Popular da Juventude (LPJ) protestou em frente à casa do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ).

Bolsonaro é considerado por todos os esquerdistas brasileiros como um dos maiores inimigos do Povo e, justamente por isso, está na lista negra do Partido dos Trabalhadores (PT).

Como era de esperar, Bolsonaro reagiu violentamente e arremessou carteiras de trabalho, pondo em risco a vida revolucionária dos militantes socialistas.

"Por Marx! Foi horrível! Eu nunca tinha visto uma carteira de trabalho na vida. Estava tranquilamente comendo um pão com mortadela e de repente fui atingido por uma CTPS. Todos os meus camaradas também foram. Fomos submetidos a uma espécie de tortura coletiva e, por isso, vamos denunciá-lo por crimes contra a humanidade progressista. Quem financiou a impressão das carteiras de trabalho? A CIA e o FMI certamente. Vamos convocar uma greve geral!", disse o líder do Levante Popular.

O estudante Vladimir Marighella foi atingido por uma CTPS perdida durante o protesto. Pelo grande trauma psicológico sofrido, Vladimir pretende solicitar uma aposentadoria por invalidez.

O Secretário nacional de Direitos Humanos afirmou que a atitude de Bolsonaro pode ser considerada "um crime de guerra, uma brutalidade, um afronta aos direitos humanos e à dignidade humana".

Em acordo com o princípio da ampla acusação e nenhuma defesa, Jair Bolsonaro não foi procurado pela reportagem.

 

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