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"Durante o conflito e imediatamente após o combate, os operários, antes de tudo e tanto quanto possível, têm de agir contra a pacificação burguesa e obrigar os democratas a executar as suas actuais frases terroristas. Têm de trabalhar então para que a imediata efervescência revolucionária não seja de novo logo reprimida após a vitória. Pelo contrário, têm de mantê-la viva por tanto tempo quanto possível. Longe de opor-se aos chamados excessos, aos exemplos de vingança popular sobre indivíduos odiados ou edifícios públicos aos quais só se ligam recordações odiosas, não só há que tolerar estes exemplos mas tomar em mão a sua própria direcção." (Karl Marx/Friedrich Engels - Mensagem da Direcção Central à Liga dos Comunistas)
O Estado brasileiro, essa ditadura civil burguesa-latifundiária, mascarada de democracia, sabe muito bem que nos últimos anos vêm crescendo o protesto popular em todos os cantos do país. Em bairros pobres, morros e favelas, moradores se erguem com pedras, fogos e coquetéis molotovs (granadas incendiárias) contra a violência natural dos aparelhos de repressão. Basta citar alguns exemplos nos quais o POVO se rebelou contra as injustiças cometidas pelas classes opressoras: Cururupu, Maranhão; Heliópolis e paraisópolis, São Paulo. Matriz do Camaragibe, Alagoas; Ibatiba, Espírito Santo; Paragominas, Pará; Morro da Povidência, Rio de Janeiro etc. Em todas estas revoltas o povo se levantou com uma legítima fúria contra a polícia militar.
Esse tipo de protesto violento é um dos únicos caminhos que educam as massas na necessidade de aplicar a violência revolucionária contra o estado. É preciso difundir para as massas o novo tipo de protesto, o tipo violento contra a opressão e as injustiças. Isso permite que fagulhas sejam criadas pelo país. É a violência revolucionária sendo desenvolvida nas mentes das massas.
Aqui surge uma pergunta: O que fazer quando a PM interfere em protestos com violência, com a famosa truculência? A resposta é: Deve-se atacar a repressão! Atacar a opressão não é atacar necessariamente a tropa, mas atacar tudo aquilo que represente ou que seja protegido pelo estado repressivo.
Se as forças populares forem insuficientes para um confronto direto com a PM, deve-se recuar, mas não fugir. Deve-se transformar o recuo em ataque. Como? Destruído tudo o que represente o estado! Apedrejar bancos, carros do governo, ônibus etc. Destruir tudo o que represente o governo... podemos chamar esta tática de enfrentamento de quebra-quebra.
O que diferencia a tática do quebra-quebra do vandalismo é o seu alvo: o vandalismo tem como alvo pessoas inocentes. O quebra-quebra que responda à violência policial deve ser aquele que somente ataca os símbolos burgueses e latifundiários.
Saudações! Desenvolver o protesto popular!
Contra o Estado Burguês, rebelar-se é justo!
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Nota do Coletivo Editorial: É evidente que o camarada Juan Pablo Chang está apenas começando no mundo revolucionário das idéias geniais. Resolvemos publicar esta matéria neste espaço popular porque já podemos antever seu futuro brilhante num ministério do Governo Lula/Dilma ou, quem sabe, num presídio federal. Se o camarada estiver precisando de um suporte teórico mais eficiente e aprofundado recomendamos enfaticamente o "Mini-Manual do Guerrilheiro Urbano" (Carlos Marighella):
Fonte revolucionária: http://prod.midiaindependente.org/pt/blue/2009/11/459023.shtml |
Comentários
Mais uma vez,parabéns pelo sítio- e goiabada,voces fabricam?
Atacar carros e bancos só dá prejuízo aos trabalhadores oprimidos.
Outra eficaz maneira contra a opressão e fazer como o Cacique Juruna, gravar tudo e mandar para as secretarias de segurança, exército, aeronáutica, e marinha.
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