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Terça Maio 26, 2015

Dilma Rousseff e a verdade sobre o roubo do cofre de Ademar de Barros

É de conhecimento de todos que em 18 de julho de 1969, Dilma Rousseff, atual candidata a presidência pelo PT e então guerrilheira marxista do grupo terrorista idealista VAR-Palmares, coordenou o assalto ao cofre do governador Adhemar de Barros, demonstrando assim, desde a juventude, excepcional competência, elevado sentido da responsabilidade e ética  para governar um país sério como o Brasil. É por isso que Dilma venceu com folga a eleição nos presídios paulistas. Os camaradas presidiários conseguem perceber intuitivamente sua imensa capacidade.

Muitos companheiros ainda desconhecem detalhes importantes sobre assalto ao cofre do governador paulista e questionam sobre o destino dos 2,5 milhões de dólares que foram expropriados (expropriação é um ato revolucionário que transfere imediatamente para as mãos do Povo a riqueza roubada pelos capitalistas).

A verdade é que a companheira Dilma sempre teve um grande coração. Conforme nos foi revelado pelo camarada Velho Pescador, Dilma Rousseff usou grande parte do dinheiro expropriado para ajudar trabalhadoras grávidas sem recursos, a fim de impedi-las de abortar, durante todo o tempo da ditadura. A outra parte do dinheiro foi utilizada no combate as clínicas de aborto clandestinas. Dilma, com a ajuda da Fundação Ford, criou uma ONG para promover combater a instalação e o funcionamento de clínicas de aborto no Brasil.

“Dilma sempre trabalhou em defesa da vida. Ela é uma mulher suave e determinada. Votei nela no primeiro turno e, obviamente, vou votar no segundo”, disse o companheiro Velho Pescador, que acabou de sair de uma cadeia paulista. Pescador foi preso em 2006 por falso testemunho.


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