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Nota do Coletivo Editorial: De acordo com o artigo XIII da Declaração Universal dos Direitos do Estado, a História do Brasil está sujeita a retificação sem aviso prévio. O texto a seguir foi aprovado pela Comissão Popular da Verdade (CPV).
(Leia primeiro a Parte I)
A HISTÓRIA DO BRASIL APROVADA PELO PARTIDO - PARTE II
Quando os europeus chegaram a bordo de jet-skis no litoral sul da Bahia, estavam em vasta inferioridade numérica, entretanto, utilizaram-se de técnicas avançadas de dominação para conquistar o Povo indígena. A mais radical interferência dos opressores portugueses foi no campo econômico, a transição do estado socialista indígena para a estrutura econômica baseada no capital expoliativo. Estes colonos fizeram trocas capitalistas com os nativos, oferecendo espelhos e outros artigos, criando na população local o início da CADEIA de consumo, e a formação de um mercado opressivo na região.
Também instituíram o movimento dos jesuítas para instaurar o Ópio do Povo, e pela opressão religiosa forçada, combinada com as primeiras medidas neo-liberais, iniciaram o gradual empobrecimento do proletário indígena, conforme o movimento libertador marxista viria a prever centenas de anos depois. É sabido por todos os historiadores que milhões, talvez bilhões de índios vieram a morrer nesse acontecimento, pela infame força bélica e o treinamento de guerrilha dos especializados colonizadores europeus (brancos dos olhos azuis).
Nesta mesma época vivia-se no continente africano uma situação semelhante. Existia também nesse continente um sistema político muito similar ao socialismo, como seria conhecido mais tarde. Os povos viviam em liberdade e em sintonia com a natureza. Não existiam guerras, escravidão, pobreza, sacrifícios de seres humanos ou canibalismo (invenções burguesas para oprimir o proletário). Nesta região a enorme influência européia chegou mais tarde, fazendo eclodir os problemas sociais inerentes ao sistema capitalista, introduzindo também, a despeito dos historiadores burgueses golpistas que sugeriam que a escravidão fosse uma prática comum nesta época, a criação de um mercado escravista neo-liberal que viria a suprir mão-de-obra para os latifundiários locais, que praticavam na época monocultura inorgânica, lesiva ao delicado bioma brasileiro.
A situação gerada pelos eventos da época colonial-capitalista, resultou mais tarde na formação de uma camada social operária sufocada pelos interesses da elite burguesa. Porém, séculos mais tarde, na mesma época em que Cuba, libertada pelo comandante Che Guevara e pelo líder democraticamente eleito Fidel Castro, estava para tornar-se uma superpotência econômica, mostrando a eficiência do socialismo e da economia planificada (refutando de uma vez por todas a maldita Escola Austríaca de Economia), surgia no Brasil um movimento liderado pelo Partido Comunista associado a União Soviética, que, inspirado nos princípios democráticos e stalinistas, estava desejoso de alcançar o poder libertando o proletário da exploração da elite econômica opressora.
Esses revolucionários políticos altruístas da esquerda nacional tiveram seus planos frustrados pelo golpe militar estadunidense que se seguiu, roubando do Povo mais uma vez a possibilidade da consolidação de uma nação mais justa baseada no Socialismo. A forte repressão política da extrema-direita golpista - apoiada pelo PIG - culminou na morte do líder pacifista Carlos Marighella, após o sequestro do embaixador burguês reacionário estadunidense, e mais tarde veio a exilar Luís Carlos Prestes, o cavalo cavaleiro da esperança, na União Soviética, onde ele teve a oportunidade de conhecer de perto as maravilhas do Estado comunista. Na retomada da "democracia" (nome que mascarou a ditadura midiática da Rede Globo e da Revista Veja) nos anos 80, os partidos nacionais mostraram-se ineficientes para a gestão de um sistema coletivista justo e submeteram-se novamente aos interesses capitalistas das grandes potências.
Em histórico recente, os movimentos de libertação nacional do proletariado explorado como a Conlutas, a Força Sindical, o MST e o PCC não são capazes de deter a enorme opressão burguesa gerada pela concentração de capital e pelos monopólios econômicos da direita reacionária nazi-golpista. O glorioso Plano Nacional-Socialista dos Direitos Humanos III (PNDH-III) sofreu enorme resistência pelas vias "democráticas", mostrando a impossibilidade - pelo menos por enquanto - da imposição de um regime comunista em um país manipulado pela grande mídia. Apenas a ascenção do Partido como representante do Povo consolidará um mundo menos materialista e mais fraterno, como na Coréia do Norte, Cuba e na antiga União Soviética.
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Comentários
trincaquadra sagrada do MEC parao adestramentoa educação das futuras gerações.Viva Marx. A luta continua.
A luta continua.
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