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Sábado Maio 27, 2017

Uma análise marxista de canções infantis manipuladas pela burguesia

Karl Marx demonstrou no livro O Capetal que as canções infantis burguesas não passam de um instrumento de desorganização da consciência revolucionária das crianças e que o maldito capitalismo adormece a consciência do POVO e a determinação das massas (veiculando a alienação em forma de música). Desmascarar o verdadeiro sentido perverso das canções é fundamental para o desenvolvimento ideológico-cultural do POVO e uma obrigação voluntária de todos camaradas do Partido.


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O Sapo (Autor: Camarada Ðeco)

O sapo não lava o pé.

(A miséria que aflige o submundo capitalista impede a higiene animal deste mamífero)

Não lava porque não quer.

(Neoliberais porco-burgueses tentam transparecer que o caso se trata de uma escolha livre e individual, quando sabemos que o Sapo é historicamente vítima de um modelo concentrador de higiene)

Ele mora lá na lagoa

(Uma mentira. O Companheiro Sapo a muito tempo luta pela causa nas fileiras do Movimento dos Sem Lagoa. Os neoliberais acham que uma poça de água é um teto!)

E não lava o pé

(a miséria que aflige o submundo capitalista impede a higiene animal deste mamífero)

Por que não quer

(Ele não tem escolha, é obrigado pelo atual modelo a ficar privado desta higiene. Trata-se da prova cabal do fracasso capitalista na lagoa)

MAS QUE CHULÉ

(Além de ser historicamente explorado, agora o companheiro mamífero é vítima do preconceito social, que condena  a marginalidade os companheiros com chulé, historicamente explorados pelos porcos sem chulé)

SAPOS DESTE MUNDO,

UNI-VOS!


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Lata D'Água (Autora: Camarada Medusa)

Lata D'Água
Lata d'água na cabeça
Lá vai Maria
Lá vai Maria


(Típico exemplo de vítima da exploração neoliberal-burguesa-fasci-nazi-capitalista-anti-cotas, pois se tivesse entrado em uma Universidade Pública, que é do Partido, e, consequentemente do Estado, Maria estaria exercendo Medicina como todas as Marias cubanas)

Sobe o morro e não se cansa

(Mentira deslavada da mídia entreguista, golpista e dissimulada, principalmente da VEJA!)

Pela mão

(O autor não deixou claro qual das mãos a pobre Maria leva a criança, mas obrigada pela burguesia neoliberal separatista só pode ser a mão direita!)

Lá vai Maria

(Pobre infeliz proletária explorada pelas Madames da Daslú)

Lava a roupa

(Serviço escravo)

Lá no alto

(Para que ninguém saiba que ela reza para São Karl Marx que a ajude!)

Lutando pelo pão
De cada dia


(Sabe que quando a revolução proletária chegar (31 de setembro) receberá pão, água e bananas do Partido e que poderá enfim relaxar e gozar)

Sonhando com a vida
Sonhando com a vida


(Não sonhará em vão. Stalin está ressuscitando! Aleluia!)

Do asfalto

(Acabamento imperialista que serve apenas para os que possuem carros. O POVO não necessita de carros! Serão todos transformados em moradias!)

Que acaba
Onde o morro principia


(Esta separação deixará de existir. Todos viverão em todos os lugares. Igualdade prevalecerá! Finalmente!)

VIVA STALIN!
FORA TEMER!
Muito.. muito emocionada!

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Ciranda, cirandinha (Autor: Camarada Mauricio)

Ciranda, cirandinha,

(Meio de repressão estadunidense utilizado nas lavouras de algodão no Sul do Mississipi, Alabama e Tennessee)

Vamos todos cirandar,

(Panfletagem da KKK que reprimiam a mais-valia do trabalhador)

Vamos dar a meia volta,

(Sulistas na época da guerra da secessão impediam os trabalhadores de trabalharem corretamente dando a eles apenas metade do pagamento por uma volta (em torno das plantações de algodão))

Volta e meia vamos dar.

(Estadunidenses do sul reiteram sua força contra o proletariado)

O anel que tu me deste

(Propina para os fiscais da época, olharem "para o lado”)

Era vidro e se quebrou,

(Contudo, como são sacanas estes burgueses estadunidenses, o anel era paraguaio)

O amor que tu me tinhas

(O amor refere-se aqui ao amor ao lucro)

Era pouco e se acabou.

(Mesmo o amor ao lucro, em face à ganância estadunidense, não se basta em si mesmo)

VEJAM COMO SÃO PORCOS ESTES IMPERIALISTAS.

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Tororó (Autor: Camarada Ewerton)

Fui no Tororó beber água não achei

(Claro, os porcos-reaças-neo-liberais-imperialistas-exploradores-da-mais-valia já tinham destruído a fonte e privando o povo da água!)

Achei a bela Morena
Que no Tororó deixei


(Deixou porque com certeza ela era uma agente da CIA. Assim, acredito que o camarada deve ter notificado a unidade da polícia revolucionária mais próxima para dar cabo da reaça. Caso ele tenha esquecido de notificar, sala 101 nesse "esquecidinho"...)

Aproveita minha gente
Que uma noite não é nada
Se não dormir agora
Dormirá de madrugada


(Aqui, o estado se pronuncia dizendo para ter que agirmos sempre, ou seja, apenas uma noite de ação anti-reacinária não é nada, além de dizer para não se importarmos com o horário da ação!)

Oh ! Maria dirá
Oh ! Maria dirá, entra nesta roda
Ou ficarás sozinha !


(Aqui, temos a tentativa de fazer a desgarrada supracitada a rever seus conceitos (em tratamento na sala 101) e se juntar a coletividade do povo. Roda, no caso, é um dos códigos para identificar "povo")

Sozinha eu não fico
Nem hei de ficar !
Por que eu tenho o Pedro
Para ser o meu par !

(Aqui, a ex-reaça revê totalmente seus conceitos se convence que não existe nada melhor que o Estado para cuidar de sua vida. Aqui novamente temos mais um código, "Pedro", que significa "Estado")

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A-do-le-ta (Autor: MarceloDHC/EBM)

A-do-le-ta, le petit petit colá, le café com chocolat, a-do-le-ta

(Essa passagem claramente demonstra que as crianças estão drogadas, falando em línguas estranhas, numa óbvia demonstração do que o capitalismo faz com as crianças que têm de fumar crack e cheirar cola nas ruas dos grandes centros urbanos)

Puxa o rabo do tatu

(Mais um evidente sinal de propaganda capitalista para maltratar os animais, exterminar a fauna e acabar com o meio ambiente)

Quem saiu foi tu

(Essa parte demonstra o comportamento alienado das crianças que estão excluindo outras iguais, numa clara alusão ao processo de marginalização social do trabalhador)

Bubbaloo é Califórnia, Califórnia é Bubbaloo

(Os capitalistas malvados usam crianças até para fazer merchandising. Isso representa o trabalho infantil)

Estados Unidos jamais serão vencidos

(ESTÃO VENDO????????? Até nas canções infantis a mensagem imperialista está presente. Esse trecho fala por si só, nem falo mais nada)

Pra frente, pra trás, rebola um pouco mais

(Isso mostra a exploração sexual que os capitalistas fazem de nossas crianças)

 

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O Cravo e a Rosa (Autor: Camarada Sir Niven)

O cravo brigou com a rosa

(Machismo, manifestação porco-chauvinista contra as companheiras aguerridas)

Debaixo de uma sacada

(Nota-se que tanto o cravo quanto a rosa, nossos companheiros de luta, encontravam-se inebriados pela opulência exposta pela classe alta (apenas porcos capitalistas e burgueses habitam casas com sacadas, claramente projetadas por algum arquiteto e não construídas em esquema de mutirão com a ajuda do Estado))

O cravo saiu ferido

(Uma clara referência de que o companheiro cravo foi agredido, provavelmente porque a companheira rosa foi incitada por um personagem feminino de alguma novela transmitida pela Rede Globo, ou pior, algum filme de Hollywood, aquele antro do capitalismo selvagem)

E a rosa despedaçada.


(Mais uma vez, a rosa foi explorada e dizimada pelo companheiro cravo, que muito provavelmente encontrava-se drogado para atentar com tanta vileza contra a integridade física de sua parceira. O companheiro cravo, proletário, com certeza foi apresentado às drogas pelo seu patrão (todos sabem que são os ricos os maiores consumidores de drogas), maltratando sua companheira, apenas para enriquecer o esquema de tráfico de entorpecentes. Os chefes do tráfico, homens ricos e poderosos que frequentam as altas rodas da sociedade, usam do poder das drogas para se apoderarem dos corações e mentes da classe trabalhadora com o único intuito de dominar as classes menos favorecidas e torná-las escravas da ambição desenfreada, mola propulsora do capitalismo)


Fontes: Comunidade do Jornal Opinião Popular, o Jornal do Povo e Comunidade reacionária Capitalismo.

 

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